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Morre vĆ­tima da Covid-19, Padre Bianchi - ex-gerente da Emissora Rural em Petrolina

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quarta-feira, 12 de maio de 2021


Morre vĆ­tima da Covid-19, Padre Bianchi - ex-gerente da Emissora Rural em Petrolina





O padre Bianchi Xavier morreu de Covid-19 aos 69 anos na manhã desta quarta-feira (12) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Ele estava internado no Hospital da Unimed desde o início do mês, quando foi diagnosticado com pneumonia. Padre Bianchi contraiu a Covid na unidade de saúde.
Por meio de nota, o padre Alexsandro Jorge, vigĆ”rio forĆ¢neo, lamentou a morte. “Com pesar, nesta vĆ©spera da Virgem SantĆ­ssima, a Senhora de FĆ”tima, confiamos a alma do nosso IrmĆ£o Pe. Bianchi Xavier, sacerdote de Cristo. Rezemos por seu descanso eterno”, disse.






TambĆ©m atravĆ©s de nota, a Diocese de Caruaru, por meio do bispo Dom JosĆ© Ruy, prestou sentimentos Ć  famĆ­lia do sacerdote: “Completou sua missĆ£o aqui na Terra, mas permaneceu firme na fĆ©. Rezemos por este sacerdote tĆ£o amado por todos, que comunicava com alegria a palavra de Deus. Agora comunica a fĆ© na ressurreição para nós. A Diocese de Caruaru […] une-se ao Clero, familiares e todos os diocesanos neste momento“.






Manoel Francisco Xavier, mais conhecido como padre Bianchi, dedicou 37 anos ao sacerdócio e atualmente era pÔroco da Igreja Nossa Senhora de FÔtima, no bairro Boa Vista. Por vÔrios anos ele foi gerente da programação da Rural/A Voz do São Francisco, em Petrolina, até ser transferido para Caruaru. Antes de ser padre, Bianchi Xavier cantava na caravana de Ivan Bulhões e foi lançado na antiga RÔdio Difusora. Ivan morreu em março deste ano após sofrer um AVC.






Fonte: G1-Caruaru e Região


Aos 106 anos, primeiro idoso Ć© vacinado contra Covid-19 em Campo Alegre de Lourdes

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021


Aos 106 anos, primeiro idoso Ć© vacinado contra Covid-19 em Campo Alegre de Lourdes





Aos 106 anos, primeiro idoso Ć© vacinado contra Covid-19 em Campo Alegre de Lourdes





os 106 anos, Manoel Bispo, morador do Povoado Lagoa do Francisco, foi o primeiro idoso a se vacinar contra a Covid-19 em Campo Alegre de Lourdes.





A imunização aconteceu na tarde desta quarta-feira (03), no Anexo do Hospital Municipal, com o lote das vacinas da Coronavac que chegaram ao municĆ­pio na Ćŗltima segunda-feira (01).





AtĆ© o momento foram vacinados 31 idosos. Nesta etapa, o pĆŗblico-alvo sĆ£o idosos a partir de 90 anos, seguindo o cronograma de vacinação do Estado.  





A vacinação estÔ sendo feita em duas etapas; esta primeira em idosos que podem ir até o Anexo e em um segundo momento, nos que não podem se locomover.





Uso das doses





O municĆ­pio atĆ© o dia de hoje (03) jĆ” usou as 160 doses da Coronavac recebidas no primeiro lote; as 130 da Oxford/AstraZeneca e deu inĆ­cio ao uso da segunda remessa da Coronavac, destinada exclusivamente aos idosos.





ASCOM






Marcos Lobo promove grande aglomeração durante evento de campanha em UauÔ

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terƧa-feira, 27 de outubro de 2020


Marcos Lobo promove grande aglomeração durante evento de campanha em UauÔ






Imagens que circulam nas redes sociais mostram pessoas descumprindo protocolos de seguranƧa sanitƔria contra Covid-19.





Foto: Reprodução/Redes Sociais




O candidato a prefeito de UauÔ, Marcos Lobo (PDT), promoveu uma grande aglomeração durante um evento político no município, neste domingo (25). Na imagem acima que circula nas redes sociais, é possível verificar o descumprimento do isolamento social, além da falta do uso de mÔscara, que é obrigatório, de acordo com a legislação vigente.





Apesar das orientações do Ministério Público da Bahia em diversas cidades sobre aglomerações durante eventos de campanhas políticas e mesmo com o risco de uma segunda onda de contÔgio do novo coronavírus, inúmeros políticos no interior da Bahia são flagrados promovendo enormes aglomerações e descumprindo os protocolos de segurança contra a Covid-19.





Na última quinta-feira (22), o governador da Bahia, Rui Costa (PT), criticou os candidatos ao Executivo e Legislativo do interior do estado e pediu que eles repensassem sobre os seus comportamentos, em relação a promoverem aglomerações.





Bahia.ba


MƩdico que fez aborto em menina de 10 anos foi excomungado da igreja por interromper gravidez em crianƧas vƭtimas de estupro

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terƧa-feira, 18 de agosto de 2020


MƩdico que fez aborto em menina de 10 anos foi excomungado da igreja por interromper gravidez em crianƧas vƭtimas de estupro





[MƩdico que fez aborto em menina de 10 anos foi excomungado da igreja por interromper gravidez em crianƧas vƭtimas de estupro]




17 de Agosto de 2020 Ć s 09:33 Por: Reprodução/Youtube Por: Yasmin Garrido 0comentĆ”rios





“Risco do aborto Ć© menor que um parto”. Essa foi a frase utilizada pelo diretor do Centro Integrado de SaĆŗde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, o professor e mĆ©dico OlĆ­mpio Barbosa de Morais Filho ao explicar os riscos de continuidade da gravidez da crianƧa de 10 anos estuprada pelo tio no EspĆ­rito Santo. A menina realizou o procedimento, neste domingo (16), e passa bem, mesmo após os protestos de grupos religiosos em frente Ć  unidade de saĆŗde.





A criança, que jÔ estava com 22 semanas de gravidez, teve o aborto autorizado pela Justiça do Espírito Santo, mas precisou ser transferida para o Recife, após recusa da equipe médica em realizar a interrupção da gestação. Ao saber do caso, após contato da Secretaria de Saúde do Espírito Santo, o médico pernambucano se encarregou de procedimento.





“Todo procedimento tem um risco, mas garanto a vocĆŖ que o risco Ć© menor que um parto. No caso dela, se continuasse a gravidez, por causa da idade, teria riscos muito maiores de complicaƧƵes e morte que uma mulher. AlĆ©m disso, ela nĆ£o queria de jeito nenhum a gravidez. Ela verbalizou que nĆ£o aceitava de jeito nenhum. Quando acontece isso, obrigar uma crianƧa Ć© uma tortura muito grande, destrói a vida da pessoa”, disse ele.





Religião
O inciso segundo do artigo 128 do Código Penal Brasileiro prevĆŖ que Ć© ato legal o aborto praticado em caso de estupro, quando consentido pela gestante. Ou seja, o procedimento realizado na crianƧa de 10 anos, vĆ­tima de estupro pelo tio, segue a legislação vigente no paĆ­s. Mas, mesmo assim, alĆ©m de ser vĆ­tima de abuso sexual desde os 6 anos, a menina ainda foi vĆ­tima da ira de religiosos contrĆ”rios Ć  interrupção da gravidez.





O médico obstetra Olímpio Barbosa de Morais Filho é a referência fora do eixo Rio-São Paulo em casos como este, o que rendeu a ele a ira de representantes da Igreja Católica. A primeira vez aconteceu quando o profissional apoiou a iniciativa de disponibilizar pílulas do dia seguinte em postos de saúde no Carnaval do Recife. JÔ na segunda ocasião, o médico foi excomungado da igreja, em 2009, pelo arcebispo de Pernambuco na época, dom José Cardoso Sobrinho.





A excomunhão, que, segundo ele, não trouxe nenhum impacto na profissão e vida pessoal, aconteceu após o médico conduzir a interrupção da gravidez de uma menina de 9 anos, grÔvida de gêmeos, após ser vítima de estupro pelo padrasto. "Toda a equipe médica e a mãe da menina foram excomungadas. As pessoas me perguntam, mas não acontece nada. Até brinco dizendo que não recebi nenhum certificado para colocar no meu currículo, em defesa das mulheres", disse à época.






Morre d. Paulo Evaristo Arns, o homem que a ditadura não silenciou

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Morreu em São Paulo nesta quarta-feira, 14, aos 95 anos o cardeal d. Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Catarina desde 28 de novembro com um quadro de broncopneumonia e nos últimos dias apresentou piora do sistema renal.

Quinto dos 14 filhos que Gabriel Arns e Helena Steiner tiveram, Paulo Evaristo nasceu em 14 de setembro de 1921 na pequena Forquilhinha, na região de Criciúma, antiga colÓnia de imigrantes alemães em Santa Catarina.

A exemplo do irmão mais velho, frei Crisóstomo, Paulo Evaristo entrou em um seminÔrio franciscano, vocação que o pai agricultor apoiou com entusiasmo, embora tentasse adiar a matrícula o mais possível, só porque as despesas do internato pesavam no orçamento. Das sete irmãs moças, três optariam pelo convento.

“Paulo, nunca se envergonhe de dizer que vocĆŖ Ć© filho de colono”, pediu Gabriel Arns. Muito depois, quando concluĆ­a os estudos na Sorbonne com uma tese sobre a tĆ©cnica do livro segundo SĆ£o JerĆ“nimo, o frade mandou um telegrama para Forquilhinha. “O filho do colono Ć© doutor pela Universidade de Paris e nĆ£o se esqueceu da recomendação do pai.”

Atuação

De volta ao Brasil, foi professor de Teologia no seminÔrio franciscano de Petrópolis (RJ), onde trabalhou dez anos em favelas, período que descreveria como o mais feliz da vida. Em maio de 1966, foi nomeado bispo auxiliar do então cardeal de São Paulo, d. Agnelo Rossi, que o designou para a região de Santana, na zona norte.

Momentos: Na SĆ©. EmĆ©rito, d. Paulo Evaristo Arns festejou na catedral os 71 anos de sacerdócio, antes da internação© Fornecido por EstadĆ£o Na SĆ©. EmĆ©rito, d. Paulo Evaristo Arns festejou na catedral os 71 anos de sacerdócio, antes da internação

Dedicava-se aos presos da Casa de Detenção do Carandiru e criava núcleos das comunidades eclesiais de base (Cebs), experiência pioneira na arquidiocese, quando um telefonema do núncio apostólico lhe comunicou que seria o novo arcebispo de São Paulo. Não era um convite, mas uma ordem do papa Paulo VI, que transferira o cardeal Rossi para Roma. Era 1970.

Um ano antes, tivera os primeiros contatos com vítimas do regime militar, início da luta em defesa dos direitos humanos que marcaria sua carreira. Designado pelo cardeal para verificar as condições em que se encontravam os frades dominicanos e outros religiosos na prisão, constatou que eles estavam sendo torturados.

Os militares não gostaram da nomeação de d. Paulo. Quando foi elevado a cardeal, em março de 1973, uma das suas primeiras medidas foi criar a Comissão Justiça e Paz, formada por advogados e outros profissionais, para atender pessoas perseguidas pela ditadura. Funcionava na Cúria Metropolitana, sinÓnimo de refúgio e esperança para as famílias de mortos e de desaparecidos.

Respeitado e temido, amado e odiado, d. Paulo tornou-se um símbolo de resistência. Denunciou as torturas nos quartéis, visitou presos em suas celas, liderou atos de protestos. No período mais difícil do regime, procurou o presidente Emílio Médici (Arena), em nome do episcopado paulista, para lhe entregar o documento Não te é lícito, no qual os bispos exigiam o fim das torturas. Medici deu um murro na mesa ao ouvir a advertência do cardeal e o pÓs para fora de seu gabinete.

“O senhor fique na sacristia, que nós cuidamos da ordem”, irritou-se o general. D. Paulo pegou de volta o exemplar da Rerum Novarum, a encĆ­clica de LeĆ£o XIII que levara de presente, mas fora jogada de lado. Depois disso, só tiveram contatos protocolares.

Em defesa dos direitos humanos, visitava operÔrios, estudantes e políticos nas celas da polícia. Foi numa sala da repressão que conheceu Luiz InÔcio Lula da Silva, que havia sido detido após as greves dos metalúrgicos do ABC. Ficaram amigos pelo resto da vida. Na época, o bispo de Santo André era d. ClÔudio Hummes, mais tarde arcebispo de São Paulo, que abrigou nas igrejas da diocese trabalhadores impedidos de se reunir.

Pastor mata fiel ao tentar demonstrar poder da fƩ em culto evangƩlico

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016


Uma mulher foi morta pelo pastor da Assembleia Geral do Monte SiĆ£o, em Polokwane, Ɓfrica do Sul, após nĆ£o resistir ao que o religioso chamou de “teste de fĆ©”. Durante o culto, o pastor Lethebo Rabalango pediu para que a vĆ­tima se deitasse no chĆ£o. Logo em seguida, colocou uma enorme caixa de som em cima do corpo dela e sentou-se em cima. Segundo o rapaz, se ela tivesse fĆ©, nĆ£o sentiria dor.

O pastor, entĆ£o, fica alguns minutos pregando em cima da caixa de som. Ao se levantar, a constatação: a jovem havia morrido. Sem se preocupar muito com o que tinha acabado de fazer, Lethebo diz Ć s pessoas do culto que a culpa era da mulher, pois ela nĆ£o teve fĆ© para resistir a “algo simples”, como noticiou o site Gospel Prime.

Crédito: Reprodução

A mulher teve vĆ”rias fraturas internas, inclusive nos pulmƵes. As fotos foram postadas no perfil do Facebook do pastor. Na mesma pĆ”gina, Lethebo compartilhou uma das notĆ­cias sobre o caso e disse que “a mĆ­dia Ć© a arma do diabo”.

Mais tarde, o rapaz fez um vĆ­deo tentando explicar o ocorrido, mas só disse que o que aconteceu foi fruto do “poder de Deus”. “A mĆ­dia falou muitas coisas ruins sobre a gente. O que nós temos que entender Ć© sobre o poder de Deus. Ɖ o poder de Deus! NĆ£o podemos fazer nada sobre isso. O que aconteceu foi pelo poder de Deus! NĆ£o podemos criticar isso, se vocĆŖs nĆ£o entendem, venham conhecer. NĆ£o podemos lutar contra o que nĆ£o entendemos”.

Além da polícia, a Comissão para os Direitos Culturais, Religiosos e Linguísticos da África do Sul investiga o caso.
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