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Licuri produzido na Bahia é destaque no IX Workshop Potencial Biotecnológico da Caatinga

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quarta-feira, 28 de abril de 2021


Licuri produzido na Bahia é destaque no IX Workshop Potencial Biotecnológico da Caatinga





Mais uma vez o licuri ganha destaque nas pesquisas científicas. Dessa vez, o ‘coquinho do sertão’ e suas inúmeras potencialidades são apresentados na IX edição do Workshop Potencial Biotecnológico da Caatinga – Licuri: Ouro (Des)conhecido da Caatinga, que iniciou nesta terça-feira (27), com transmissão ao vivo pelo Canal do Núcleo de Bioprospecção da Caatinga - NBioCaat Caatinga, no Youtube.






O evento, que segue até esta quarta-feira (28), tem como objetivo trazer o conhecimento e o uso de plantas medicinais do bioma Caatinga, em especial, o licuri, e contemplar a diversidade cultural, por meio do conhecimento tradicional, incentivar o saber científico e as possibilidades de práticas integrativas ao público geral.






A iniciativa é do NBioCaat e conta com o apoio do Instituto Nacional do Semiárido (INSA), da Cooperativa de Produção da Região do Piemonte da Diamantina (Coopes), com sede em Capim Grosso/BA, da Social Economia Verde – Ecolume, do Comitê Estadual da Reserva das Biosfera de Pernambuco e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), da Universidade Federal do Rio de Grande do Sul (UFRGS), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.





De acordo com José Tosato, coordenador de Pesquisa Inovação e Extensão Tecnológica (Cepex), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), é imensa a tarefa de popularizar as ciências, os conhecimentos e as sabedorias das populações tradicionais, que, quando se juntam com o ensino, a pesquisa e a extensão formais, resultam em grandes avanços para a sociedade. “Tecnologia e inovação precisam beneficiar quem mais precisa e ser úteis para a distribuição de renda, para tornar as pessoas mais felizes, com qualidade de vida. Quando pesquisadores e pesquisadoras trabalham junto com as comunidades e devolvem o conhecimento produzido para beneficiá-las diretamente, estamos cumprindo os objetivos mais nobre desse processo”, ressaltou Tosato.






A coordenadora do NBioCaat, Marcia Vanuza da Silva, destacou que a pesquisa tem como protagonistas as comunidades tradicionais e suas organizações que, aliadas ao Núcleo, mostram todo esse potencial da Caatinga: “A gente faz esse trabalho para que retorne a essa população. Nesta IX edição, a gente traz, para o conhecimento de todos, esse, que a gente acha que é o ouro ainda (des)conhecido da Caatinga, o licuri. Esperamos que todos conheçam toda a potencialidade dessa planta endêmica da Caatinga, tão resiliente”. Ela conta que além do licuri, pelo NBioCaat já foram catalogadas mais de 80 plantas inéditas, exclusivamente do Bioma Caatinga, com potencial alimentar, fitoterápico, ou para cosméticos. Francelma Silva, presidente da Coopes, reforçou que o workshop permite a possibilidade de abrir ainda mais as mentes sobre as potencialidades desse bioma: “Que a gente possa valorizar cada vez mais a nossa Caatinga e a nossa cultura”.






Durante o evento, os/as participantes têm a possibilidade de conhecer o resultado de pesquisas já publicadas, que mostram as propriedades do licuri para diversas finalidades, que já eram conhecidas, em geral, por comunidades tradicionais, mas que passaram a ser comprovadas, cientificamente, após longo processo de escuta dessas comunidades e de estudos e testes acadêmicos.





Programação
O evento conta com a apresentação da Coopes: Colhendo o Ouro (des)conhecido da Caatinga, das ações públicas destinadas à bioeconomia, do sistema produtivo do licuri, com a inovação sustentável para a bioeconomia do Nordeste e da segurança de usar o óleo de licuri. Durante o evento, o público pôde conferir também uma palestra sobre Soberania Alimentar na Caatinga e sobre Viveiros Educativos e sua importância no combate às mudanças climáticas na Caatinga, entre outros temas.






Investimentos do Estado
A Coopes é uma das organizações produtivas apoiadas pelo Governo do Estado, via Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à SDR, por meio de projetos como o Bahia Produtiva e Pró-Semiárido. A partir dessas iniciativas, estão sendo investidos cerca de R$15 milhões no sistema produtivo do licuri, com ações que incluem, desde o fortalecimento da base produtiva e qualificação da produção, até a comercialização dos mais diversos produtos, entre eles, o licuri in natura, licuri torrado, biscoitos de licuri, azeite de licuri, cerveja de licuri, dentre outros.  

Assessoria de Comunicação SDR/CAR 










COTAÇÃO DO PREÇO DA CARNE DE CAPRINOS E OVINOS - SERVIÇO DE UTILIDADE MERCADOLÓGICA

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sexta-feira, 31 de março de 2017

Confira quanto custa EM MÉDIA o Kg da carne de caprinos e ovinos nos municípios de Uauá, Curaçá, Juazeiro, Casa Nova e Remanso.

Para o conhecimento de todos, segue a dinâmica dos Negócios Caprinos e Ovinos nos Municípios de atuação do Programa Bioma Caatinga (Juazeiro, Casa Nova, Remanso, Uauá e Curaçá). As informações coletadas referem-se à cotação de preço na semana de 20 a 24 de Março de 2017.

 

Cotação de Preços (R$)



 

Obs.: O valor da arroba do caprino/ovino é calculado a partir do preço do Kg do animal comprado no produtor.

TOTAL DE CAPRINOS E OVINOS ABATIDOS NO ABATEDOURO CAMPO DO GADO EM JUAZEIRO-BA – de 20 a 24 de Março de 2017.

- 32 Caprinos

- 204 Ovinos

Total: 236 animais

Valores cobrados pelo o abatedouro Campo do Gado (Juazeiro) para abate de caprinos e ovinos:

1.   Preço do Abate: R$ 25,00 por animal. Valor pago pelo o dono do animal (abate inspecionado por um veterinário)

2.   Preço do Frete Juazeiro/Petrolina Transporte do Abatedouro: R$ 5,00 por animal abatido levado do abatedouro ao estabelecimento comercial.

3.   Pele de Caprino: R$ 4,00 (valor pago por unidade ao dono do animal)

4.   Pele de Ovino: R$ 5,00 (valor pago por unidade ao dono do animal)

5.   Vísceras (Caprino/Ovino): R$ 5,00 (valor pago ao dono do animal)

 

Fonte: Projeto Bioma Caatinga

CRIADORES DE CAPRINOS E OVINOS DE JUAZEIRO E REGIÃO VOLTARAM A SALA DE AULA

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sábado, 8 de outubro de 2016

Cerca de 150 produtores rurais assistidos pelo o Projeto Bioma Caatinga do Sebrae, Fundação Banco do Brasil, Banco do Brasil e outros parceiros começaram esta semana a participar do NCR - Negócio Certo Rural do SENAR – Serviço Nacional da Aprendizagem Rural. O programa NEGÓCIO CERTO RURAL, é voltado para pequenos produtores rurais e suas famílias. Através de ferramentas simples de gestão eles aprendem a desenvolver e administrar melhor  a propriedade rural.

Em uma parceria com o Projeto Bioma Caatinga que presta assistência técnica e gerencial para 1.054 produtores rurais em cinco municípios do norte da Bahia, o curso que começou esta semana está sendo oferecido nos municípios de Juazeiro, Uauá, Curaçá, Casa Nova e Remanso.  É um treinamento direcionado para produtores rurais com idade mínima de 16 anos e com escolaridade de pelo menos o 5º ano do ensino fundamental (antiga 4ª série). Pode participar duas pessoas por cada propriedade. Pode ser o dono da terra com o filho, a filha, a esposa, sobrinho, um trabalhador da fazenda ou até mesmo um amigo. Dessa forma cada turma pode contemplar até 15 propriedades com dois representantes cada uma.

O curso tem um total de 46 horas. Sendo 40 horas de treinamento e 6 horas de consultoria individual por cada propriedade. O objetivo é contribuir para a melhoria da gestão das atividades praticadas nas propriedades rurais e promover geração de renda, melhorando a qualidade de vida dos produtores e seus familiares. As aulas terão os seguintes conteúdos: Gestão, produção, sanidade, convivência com o semiárido, reserva de alimentos, mercado, meio ambiente e promoção social (família).

Essa semana começou o curso para as turmas formadas em Uauá, no distrito de Pinhões em Juazeiro e em Poço de Fora, município de Curaçá. Semana que vem começam novas turmas em São Bento, município de Curaçá, Casa Nova e Remanso. De acordo com Ricardo Borges da Cunha, coordenador de programas do SENAR, o programa Negócio Certo Rural é uma ferramenta que buscar focar na gestão da propriedade, onde o produtor vai buscar entender o que ele faz de forma realmente profissional, levantando as informações da atividade que ele desenvolve, com foco também no empreendedorismo rural.

“Entendemos que a gestão tem que está presente em qualquer seguimento do ramo da agropecuária. Sem uma gestão eficiente dificilmente o produtor terá sucesso no seu negócio” frisou Ricardo Borges.
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