IndependĂȘncia do Brasil
| IndependĂȘncia do Brasil | |
|---|---|
IndependĂȘncia ou Morte, do pintor paraibano Pedro AmĂ©rico (Ăłleo sobre tela, 1888). | |
| Outros nomes | Proclamação da IndependĂȘncia |
| Participantes | Pedro de AlcĂąntara JosĂ© BonifĂĄcio de Andrada e Silva Maria Leopoldina de Ăustria Joaquim Gonçalves Ledo |
| Localização | Riacho do Ipiranga, São Paulo, SP |
| Data | 7 de setembro de 1822 (194 anos) |
| Resultado | Separação polĂtica do Reino do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarvese instituição do ImpĂ©rio do Brasil. |
IndependĂȘncia do Brasil Ă© um processo que se estende de 1821 a 1825 e coloca em violenta oposição o Reino do Brasil e o Reino de Portugal, dentro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. As Cortes Gerais e ExtraordinĂĄrias da Nação Portuguesa, instaladas em 1820, como uma consequĂȘncia da Revolução Liberal do Porto, tomam decisĂ”es, a partir de 1821, que tinham como objetivo reduzir novamente o Brasil ao seu antigo estatuto colonial.
Antecedendo o processo de independĂȘncia do Brasil, mas com fortes influĂȘncias sobre o mesmo, ocorre a transferĂȘncia da corte portuguesa para o Brasil. Em 1807, o exĂ©rcito francĂȘs invadiu o Reino de Portugal, que se recusava a se juntar ao bloqueio continental contra o Reino Unido. Incapaz de resistir ao ataque, a famĂlia real e o governo portuguĂȘs fugiram para o Brasil, que era entĂŁo a mais rica e desenvolvida das colĂŽnias lusitanas.[1][2] A instalação do Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro traz uma sĂ©rie de transformaçÔes polĂticas, econĂŽmicas e sociais que levam Ă decisĂŁo do PrĂncipe Regente D. JoĂŁo, consumada em 16 de dezembro de 1815, de elevar o Brasil Ă condição de reino, unido com sua ex-metrĂłpole.
PorĂ©m, em 1820, uma revolução liberal eclodiu em Portugal e a famĂlia real foi forçada a retornar para Lisboa. Antes de sair, no entanto, D. JoĂŁo nomeia o seu filho mais velho, D. Pedro de AlcĂąntara de Bragança, como PrĂncipe Regente do Brasil (1821). Fiel ao seu pai, o prĂncipe-regente vĂȘ sua condição complicada pela vontade polĂtica das cortesportuguesas em repatriĂĄ-lo e de retornar o Brasil ao seu antigo estatuto colonial. Oficialmente, a data comemorada para independĂȘncia do Brasil Ă© a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga", Ă s margens do riacho Ipiranga (atual cidade de SĂŁo Paulo). Em 12 de outubro de 1822, o prĂncipe foi proclamado imperador pelo nome de Pedro I e o paĂs leva o nome de ImpĂ©rio do Brasil.
Assim começou a guerra de independĂȘncia que vĂȘ nascer e atuar o exĂ©rcito brasileiro, formado a partir da contratação de mercenĂĄrios, do alistamento de civis e de tropas coloniais portuguesas,[3] contra aquelas que permaneceram fiĂ©is ao Reino de Portugal em algumas partes do paĂs.[4] Em meio ao conflito, hĂĄ em Pernambuco o levantamento da Confederação do Equador, que pretendia formar seu prĂłprio governo, republicano, mas foi duramente reprimido. Depois de trĂȘs anos de conflito armado, Portugal finalmente reconheceu a independĂȘncia do Brasil, e em 29 de agosto de 1825 foi assinado o Tratado de Amizade e Aliança firmado entre Brasil e Portugal. Em troca, o Brasil se comprometeu a pagar ao Reino de Portugal uma indenização substancial e assinar um tratado de comĂ©rcio com o Reino Unido, para indenizĂĄ-lo por sua mediação.
fonte:wikipedia

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